Agradecimento

29 Julho 2011  amacppkasulo, Sem Comentários
borboletas_1914

QUERIDAS MÃES E PARENTES DE AUTISTAS

Estamos informando sobre nossas ações realizadas no mês de Julho/11, para a captação de fundos. Particimamos da “Festa Julina” no último dia 08 do Hospital Pinel e foi um sucesso!!

Apesar de muitos e muitos contratempos, pudemos contar com a dedicação, força de vontade e otimismo por parte das mães que ajudaram. Tudo acabou bem. Nos dias 20, 21 e 22 realizamos também um bazar beneficente no bairro do Jaraguá. Nos revezamos e dentro das nossas possibilidades, conseguimos dar conta do recado

Queremos agradecer a todas que colaboraram, seja com valores, doações, força de trabalho, ou apenas com a sua alegria e motivação. Agradecemos de todo coração, as pessoas que doaram seu tempo para dedicar-se a essa luta. Valeu!!

Precisamos avisar ainda que à partir de hoje não estamos aceitando nenhum tipo de donativo. Por favor, não doem mais dinheiro para ninguém que fale em nome do Kasulo.

Já temos dinheiro em caixa, que atualmente nos é suficiente. Se for abordada com esta desculpa. Denuncie e não entregue.

O valor arrecadado será usado para eventos organizados para nossos filhos e a legalização de nossa Associação. O destino da arrecadação será informado pessoalmente aos que demonstrarem interesse.

Aceitamos sugestões e comentários do nosso Blog

http://kasulo.blog.com

PELOS E-MAILs

gaya.eds@gmail.com

cristiane0612@gmail.com

di-andre@bol.com.br

aneteosorio@yahoo.com.br

dri1001@hotmail.com

daniellepercinoto@gmail.com

Beth Dantas Kasulo

Associação de Mães e Familiares de Autistas

Compartilhe
  • Add to favorites
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • Google Buzz
  • Live
  • MSN Reporter
  • MySpace
  • Orkut

Ginastica Olimpica ajuda crianças autistas a superar obstáculo

27 Julho 2011  amacppkasulo, Sem Comentários

No Rio de Janeiro, um professor de Educação Física descobriu que aulas de Ginástica Olímpica podem ajudar muito; os resultados são surpreendentes.

Para quem brincar é um desafio? No Rio de Janeiro, um professor de Educação Física descobriu que aulas de Ginástica Olímpica podem ajudar muito. Um sorriso diz muito mais do que as poucas palavras do Guilherme, que tem três aninhos, e só agora, falou “mamãe” pela primeira vez. “Nem acreditei, ele falou, aí ele falou de novo e meu marido disse: ‘você ouviu?’ Eu falei: ‘acho que é e foi emocionante’”, contou a mãe de Guilherme, Bárbara de Jesus.

Guilherme tem autismo, a síndrome que afeta a comunicação, o comportamento e o convívio social. “Ele custou a andar, andou com 1 ano e 6 meses. Ele não falava, uma criança com 1 ano já fala, ele não falava nada”, contou a mãe Bárbara de Jesus.

Às vezes, falar não faz falta. Guilherme participou da primeira Copa de Ginástica para Crianças Autistas no Rio de Janeiro. Ele fez exercícios difíceis e se divertiu com a descoberta do que o corpo pode fazer.

A idéia de ensinar ginástica para crianças autistas é do professor Rodrigo Brivio. Os resultados são surpreendentes. “A gente sofre junto, vencemos juntos. É um obstáculo que eles superam aqui dentro e no dia a dia deles”, diz o professor.

São 50 alunos. Turma cheia.

Repórter: Quando você não consegue se comunicar da maneira convencional, como é feita essa comunicação?
Rodrigo Brivio: Através do abraço, do beijo, do carinho.

Um menino que vinha tendo aula com o Rodrigo não falava. “Ele tinha parado de falar e não tava falando e no meio de uma aula com os estímulos que ele dá, ele voltou a falar, e isso é emocionante”, contou a professora de Educação Física Simone Correia.

A Juliana é adolescente. Tem 12 anos. Duas vezes por semana, faz as aulas de ginástica com o professor Rodrigo e já melhorou demais a coordenação motora, e a noção de tempo e espaço.
Não importa o estilo que a Juliana vai puxar a corda, nem quanto tempo ela vai levar. O que vale é que quando ela concluir esse circuito, vai saber como é o gostinho de ser campeã.

A Juliana, o Guilherme, todos os 50 pequenos atletas foram premiados com medalhas. “Muda a vida de um pai. Acho que a gente aprende a ser mais humano, mais humilde. Amar mais”, contou Bárbara de Jesus.

“É uma conquista a cada dia. A gente vê que ela está fazendo com prazer e isso é muito bom para a gente”, disse a mãe de Juliana, Georgia Fonseca.

Veja a matéria completa em video, clicando no link abaixo:

Bom Dia Brasil. Materia sobre autismo

Compartilhe
  • Add to favorites
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • Google Buzz
  • Live
  • MSN Reporter
  • MySpace
  • Orkut

Eles estão envelhecendo.

13 Julho 2011  amacppkasulo, Sem Comentários
pio-e-maria-jose-2

Por Verônica Falco

Matéria da Revista Incluir.

 

Com o aumento da expectativa de vida de pessoas com deficiência intelectual, as famílias devem começar a se preparar para o futuro. Há 50 anos, as pessoas com síndrome de Down viviam até a fase da adolescência. Com o avanço da medicina, por conta de evoluções quanto ao tratamento de cardiopatas, a expectativa de vida aumentou consideravelmente – estima-se hoje, em média, que ela chegue aos 20 anos. Desde então, a questão do envelhecimento de pessoas com deficiência intelectual passou a despertar preocupação e interesse. Segundo Maria Amélia Vampre Xavier de 83 anos, diretora para Assuntos Internacionais da Federação Nacional das APAEs, e mãe de Ricardo de 53 anos, que tem um problema neurológico congênito chamado espinha bífida (uma malformação da coluna dorsal com envolvimento do turno neural), quando fundadas as primeiras APAEs do Brasil, os pais se preocupavam com os filhos então pequenos. Queria saber sobre tratamentos que os ajudassem, de escolas, creches e oficinas protegidas que pudessem se ocupar com as coisas mais rotineiras e simples. “O futuro não existia para nós, até porque ele era assustador. As estatísticas da época configuravam vida curta para as pessoas com síndrome de Down. Pois a previsão dos médicos era que eles mal chegariam à adolescência”, conta. Aos 35 anos, as pessoas com deficiência intelectual já são consideradas idosas. Há mudanças funcionais psicossociais e emocionais que ocorrem a partir dos 30 anos. Na população média isso ocorre entre 70 e 75 anos. No entanto, ainda é impossível estabelecer, com firmeza, quando e porque o envelhecimento de pessoas com deficiência intelectual, em alguns casos acontece precocemente e em outros, a pessoa chega aos 50 anos muitos bem, ativa e funcional. Atualmente, há no Brasil a preocupação com a instalação e manutenção de residências inclusivas e com a necessidade de moradias para as pessoas com deficiência intelectual, a fim de que tenham guarida e um bom nível de qualidade de vida quando os pais não estiverem mais com elas. Preocupados com o futuro, Maria Amélia e o marido fizeram, há cerca de dez anos, o filho Ricardo, passar pelo processo de interdição. Após entrevistas com assistentes sociais e promotoria pública, Ricardo teve a tutela definida. “Por minha morte, pois tenho 83 anos isso pode acontecer a qualquer hora, esta responsabilidade caberá ao irmão Claudio, arquiteto, que é um ano e meio mais velho do que ele”, revela Maria. A dona de casa Luiza Barbieri, 65 anos casa, mãe de Paulo, 44 anos, que tem deficiência intelectual moderada, conta que sempre se preocupou com o futuro do filho. “Eu sempre pensava no dia de amanhã e me perguntava: quando eu e o pai morrermos, quem cuidará dele?” Essa preocupação não é difícil de ser compreendida. Em alguns casos, os outros filhos já têm outra vida, são casados, tem filhos e dificilmente vão querer assumir essa responsabilidade; em outros, vão simplesmente não há com quem deixá-los.

Foi durante uma reunião na Associação para Valorização de pessoas com Deficiência (Avape), instituição freqüentada pelo filho, que dona Luiza ouviu falar sobre a curatela. “Foi nessa ocasião que descobri que por meio desse processo eu poderia indicar alguém para ficar com a responsabilidade de cuidar do Paulo na minha ausência”, conta. A filha mais velha dela se propôs para a curatela do irmão. A família teve toda a assistência jurídica, gratuitamente, para a conclusão do processo. “Toda a documentação foi providenciada e agora, de certa forma, estou tranqüila”, conta dona Luiza. “Eles precisam de pessoas que, alem de assisti-los legalmente, tenham com eles o comprometimento emocional e afetivo”, afirma. Atentas as mudanças Entidades envolvidas com assistência às pessoas com deficiência têm acompanhado e se adaptado a esse processo de envelhecimento. Denise Prado Teixeixa de Carvalho, psicóloga e especialista em neuropsicologia, função essa exercida na Avape, explica que foi criado há dois anos na instituição, o Centro de Convivência, que tem um olhar diferenciado a essas pessoas e sempre procura, entre outras coisas, estimular a independência. Outro trabalho é tentar conscientizar as famílias sobre esta condição. Dessa maneira, um grupo dá orientação aos pais e cuidadores por meio de reuniões mensais. Segundo Denise, que também é psicóloga na Unidade Clinica de São Bernardo do Campo e no Centro de Convivência a UEGEB, o maior desafio é encontrar alguém para cuidar dessa pessoa. “Essa é uma questão muito particular e tem que ser trabalhada com atenção”. Revela. Há ainda casos nos quais os pais oferecem resistência quanto a esse aspecto, tanto por terem que encarar a própria condição de envelhecimento, como pelo fato de terem quem queira se comprometer com a responsabilidade de cuidar desse filho. “Um dos fatores que geram essa atitude esquiva de outras pessoas da família é a falta de informação. Há a falsa sensação de que a pessoa com deficiência irá causar um trabalho muito maior do que o real – ninguém vai precisar trocar fraldas”, afirma Denise.

Para Edna Belasco, coordenadora do Serviço de Apoio ao Envelhecimento da APAE de São Paulo, as famílias não tem muitas opções e acesso a atendimento especializado. “De modo geral, há uma insuficiência de serviços organizados com foco para esse publico e a inexistência de políticas publicas inclusivas. Felizmente já existe em São Paulo uma mobilização da sociedade civil e governamental (ONGs e Secretarias Municipais) para provocar políticas publicas para o atendimento à pessoa com deficiência intelectual que esteja em processo de envelhecimento. São o Grupo de Trabalho e o Grupo de Estudos, que se reúnem mensalmente para discutir e estudar a possibilidade para que essas políticas sejam criadas e fomentadas. Segundo Edna Belasco, é de suma importância que a pessoa com deficiência intelectual, esteja inserida num grupo social. “Essa interação traz a melhoria na qualidade de vida, nos aspectos referentes à saúde física e mental. Como conseqüência, há um aumento do período de vida ativa, prevenindo perdas funcionais e recuperando capacidades”, afirma. O objetivo principal é oferecer atividades de prevenção de agravos de saúde, manutenção de habilidades, promoção da autonomia e independência. “A necessidade de convivência em grupo é vista como uma característica de todo ser humano, mas acentua-se na pessoa idosa com deficiência intelectual”, conclui Edna.

O papel da família é a extensão das ações institucionais. Se a família não estiver envolvida, não existira continuidade doa trabalho realizado e tudo se perde Ela deve permitir que o deficiente intelectual tome decisões e deve auxiliá-lo na construção de planos para o futuro. A família deve fazer somente o necessário e respeitar as preferências e gostos pessoais desse deficiente. E, finalmente, é muito importante prepará-lo para uma possível mudança de cuidadores.

Compartilhe
  • Add to favorites
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • Google Buzz
  • Live
  • MSN Reporter
  • MySpace
  • Orkut

História da Bia e da Di

14 Junho 2011  amacppkasulo, Sem Comentários

Compartilhe
  • Add to favorites
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • Google Buzz
  • Live
  • MSN Reporter
  • MySpace
  • Orkut

Colaborem

7 Junho 2011  amacppkasulo, Sem Comentários
Casuw

Olá Meninas do Kasulo.

Primeiro gostaria de agradecer pela ajuda de muitas mães pelas doações e esperamos contar com vocês nesta nova fase que vai acontecer no sábado as 14:00 no anfiteatro do Pinel.

Contamos com a presença de todas vocês.

Pedimos também a colaboração de roupas, sapatos, brinquedos, eletronicos, eletrodomésticos, movéis, livros e bijouterias para nosso Bazar que vai acontecer no Jd Panamericano, no mês de julho, mas o dia será confirmada com a Madalena.

Precisamos urgente de doações. Todo dinheiro arrecadado será utilizado na associação Kasulo. Tanto para legalizar nosso estatuto como passeios com os nossos pequenos já visando o final de ano.

Contatem o seu bairro, seus vizinhos.
Fale do nosso trabalho. Vista sua camisa do Kasulo e venha conosco lutar por um futuro melhor para nossos filhos.

Visitem nosso blog. De sua sugestão, sua ídeia.
Precisamos de sua ajuda pra seguir em frente

Compartilhe
  • Add to favorites
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • Google Buzz
  • Live
  • MSN Reporter
  • MySpace
  • Orkut

Homenagens as Mães

21 Maio 2011  amacppkasulo, Sem Comentários
Dione e Bia

Uma criança pronta para nascer perguntou a Deus:

- “Dizem-me que estarei sendo enviado à Terra amanhã… Como eu vou viver lá, sendo assim pequeno e indefeso?”
E Deus disse:
- “Entre muitos anjos, eu escolhi um especial para você. Estará lhe esperando e tomará conta de você.”
Criança:
- “Mas diga-me: aqui no Céu eu não faço nada a não ser cantar e sorrir, o que é suficiente para que eu seja feliz. Serei feliz lá?”
Deus:
- “Seu anjo cantará e sorrirá para você… A cada dia, a cada instante, você sentirá o amor do seu anjo e será feliz.”
Criança:
- “Como poderei entender quando falarem comigo, se eu não conheço a língua que as pessoas falam?”
Deus:
- “Com muita paciência e carinho, seu anjo lhe ensinará a falar.”
Criança:
- “E o que farei quando eu quiser Te falar?”
Deus:
- “Seu anjo juntará suas mãos e lhe ensinará a rezar.”
Criança:
- “Eu ouvi que na Terra há homens maus. Quem me protegerá?”
Deus:
- “Seu anjo lhe defenderá mesmo que signifique arriscar sua própria vida.”
Criança:
- “Mas eu serei sempre triste porque eu não Te verei mais.”
Deus:
- “Seu anjo sempre lhe falará sobre Mim, lhe ensinará a maneira de vir a Mim, e Eu estarei sempre dentro de você.”
Nesse momento havia muita paz no Céu, mas as vozes da Terra já podiam ser ouvidas. A criança, apressada, pediu suavemente:
- “Oh Deus, se eu estiver a ponto de ir agora, diga-me por favor, o nome do meu anjo.”
E Deus respondeu :
- “Você chamará seu anjo de … MÃE!”

Mães Coragem

Compartilhe
  • Add to favorites
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • Google Buzz
  • Live
  • MSN Reporter
  • MySpace
  • Orkut

Aulas de ginástica olímpica ajudam no tratamento do autismo

18 Maio 2011  amacppkasulo, Sem Comentários
Gustavo

Segunda-feira, 16 de maio de 2011 – 15h52

Foto: Macarena Lobos/Metro Rio Zoom Rodrigo Brívio e Gustavo, 9 anos: pais notam melhora na concentração e na interação social dos filhos

Rodrigo Brívio e Gustavo, 9 anos: pais notam melhora na concentração e na interação social dos filhos
Do Metro
cidades@eband.com.br

O autismo é uma síndrome silenciosa. Ainda se sabe muito pouco sobre o que acontece no misterioso mundo de quem vive dentro do chamado espectro autista.

Há três semanas, a comunidade de pais, médicos e terapeutas de autistas sofreu um baque com a denúncia de que uma das profissionais até então mais respeitadas do meio, Beatriz Cunha, de 32 anos, 12 de profissão, que se dizia especializada no assunto, sequer era formada em Psicologia.

Ela está sendo processada por falsidade ideológica e tortura, já que obrigava as crianças a comer e a fazer o tratamento muitas vezes com truculência e agressões verbais. O escândalo gerou pânico entre familiares e amigos de autistas em listas de discussão pela internet, sobre em quem confiar e em quais tratamentos apostar.

Um dos nomes que sempre aparece com mensagens positivas é o do professor de educação física Rodrigo Brívio, 31 anos, que começou ano passado um trabalho de ginástica olímpica com crianças autistas na Academia Body Tech, na Barra da Tijuca, e vem conseguindo resultados surpreendentes no atraso da linguagem e na falta de interação social, principais características da síndrome.

Com disciplina, rotina, amor e muita paciência, Brívio virou referência no Brasil inteiro. Ele já acumula convites para dar cursos e seminários pelo país afora e tem nada menos do que 100 crianças na fila de espera por uma das 25 vagas da sua concorrida aula.

Qual o segredo da aula?
Eu acredito que tudo é possível, dentro das limitações de cada um. Tento entrar no mundo dessas crianças, e não tentar fazer com que elas venham para o nosso mundo por obrigação.

Qual é o maior desafio de lidar com crianças autistas?
Estabelecer uma comunicação com uma criança que não fala. Mas com o tempo, paciência e interesse, dá para saber o que elas querem. Recentemente, um dos meninos me puxou até a porta do banheiro. Se comunicou da forma que podia. E mostrou que já confiava em mim.

Como elas reagem às atividades propostas na ginástica olímpica?
Elas geralmente têm medo do salto no início, mas logo percebem a sensação de prazer. A atividade física alivia um pouco do estresse e dos sintomas de hiperatividade que muitos deles têm.

Nas aulas, alguma criança já te emocionou?
Muitas. Uma delas falou a primeira palavra durante uma brincadeira que fazemos com os cones.

Por que o método é eficiente?
Porque como eles não falam ou têm dificuldade na linguagem e na área da comunicação, usam muito o corpo para se expressar, fazem gestos. Na ginástica, eles aprendem a se concentrar, que é um dos pontos deficientes de quem tem a síndrome. Sentem que estão falando a língua deles.

Como é a aula na prática?
Por meio dos exercícios fazemos a combinação da parte motora com a cognitiva e a sensorial. Não existe diferença entre crianças autistas ou não. As aulas são iguais. Desenvolvo trabalho com reconhecimento de cores e letras, que poderia ser feito com as outras crianças.

Atividade diminui ansiedade, melhora as limitações de linguagem e relacionamento social
Fonte: http://www.band.com.br/jornalismo/saude/conteudo.asp?ID=100000432093.

Compartilhe
  • Add to favorites
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • Google Buzz
  • Live
  • MSN Reporter
  • MySpace
  • Orkut

ENCONTRO COM O VEREADOR ELISEU GABRIEL

16 Maio 2011  amacppkasulo, 1 Comentário
REUNIÃO COM O VEREADOR ELISEU GABRIEL – 16/05/2011 – PIRITUBA

PAIS DE FILHOS COM AUTISMO:

HOJE, 16/05/2011,  FOI UM DIA POSITIVO PARA NÓS, REALIZAMOS UMA REUNIÃO COM O  

VEREADOR ELISEU GABRIEL, NO QUAL ATUA NA REGIÃO NOROESTE DE SÃO PAULO.

NÓS PAIS REPRESENTANTE DA FUTURA ONG KASULO;  BETH, CRISTIANE, DIONE E RODOLPHO,

COLOCAMOS EM PAUTA OS PROBLEMAS DE ESCOLA E A FALTA DE  UMA ASSOCIAÇÃO PARA REGIÃO NOROESTE.

FOMOS  BEM RECEBIDOS PELA EQUIPE DO VEREADOR, DURANTE A REUNIÃO  ELE SEU ASSESSOR  MARCOS,

ANOTARÃO TODOS OS PROBLEMAS  QUE OS PAIS DESTAS CRIANÇAS ENFRENTAM E TODAS AS DIFICULDADES NESTA

E DEMAIS REGIÕES, E A NOSSA LUTA PARA CRIARMOS UMA ONG OU ASSOCIAÇÃO CHAMADA DE KASULO.

DEIXAMOS CLARO QUE ESTAVAMOS REPRESENTANDO E FALANDO EM NOME DE TODOS OS PAIS

DE FILHOS COM AUTISMO.

NÓS PAIS,  DESTACAMOS A IMPORTÂNCIA DO APOIO E AJUDA NA CAUSA PELO AUTISMO, APLICANDO

EXEMPLOS DE NOSSSAS EXPERIÊNCIAS COMO DE OUTRAS MÂES E PAIS, TAMBÉM.

O NOME DO CREAP´S E O SEU TRABALHO FOI PAUTADO DESTA REUNIÃO, COMO DEMAIS PROFISSIONAIS LIGADO AO PINEL.

NO FINAL DA REUNIÃO, FICOU EM ABERTO A PROPOSTA DE LEVARMOS A CAMARA MUNICIPAL OS PAIS E MÃES DO

CREAP´S E OUTROS, EM UM MOVIMENTO EM PRO DO AUTISMO, PARA CONSCIENTIZAR OUTROS

VEREADORES E DEMAIS PESSOAS NO LOCAL.

OUTRO PONTO POSITIVO,  E A IDÊIA DE UM PAI E UM PROFISSIONAL ENVOLVIDO COM A CAUSA 

O KASULO E O AUTISMO, PARA SEREM ENTREVISTADO NA TV CAMARA , ONDE CADA UM TERÁ

QUINZE MINUTOS PARA FALAR, E DEPOIS SERÁ PASSADO NA TV A CABO PELO CANAL NET,

HAVENDO UMA REPRISE SEMANAL. 

A POSSIBILIDADE TAMBÉM, DE UMA REUNIÃO ENVOLVENDO O SECRETÁRO MUNICIPAL DE SAÚDE E O SECRETÁRIO

MUNICIPAL DA EDUCAÇÃO.

PARA QUE ESTAS IDÊIAS TORNEM-SE REALIDADE, PRECISAMOS DO APOIO DE TODOS OS PAIS, ENVIEI IDÊIAS E SEUS COMENTÁRIOS.

AGRADEÇO A TODOS AS PESSOAS E PAIS  ENVOLVIDOS COM O KASULO.

Ó MEU MUITO OBRIGADO:

 

Compartilhe
  • Add to favorites
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • Google Buzz
  • Live
  • MSN Reporter
  • MySpace
  • Orkut

Uso da palavra “autista” com sentido estigmatizante

20 Abril 2011  amacppkasulo, Sem Comentários
autismo5

A partir da entrevista concedida por Emir Sader a Folha de S. Paulo (27/2/2011), diversos colunistas de jornal e de revista repercutiram a frase ‘Ana de Hollanda é meio autista’, dita pelo sociólogo famoso. Desta forma, novamente aparece na mídia o uso da palavra ‘autista’ com sentido estigmatizante para descrever uma pessoa, um comportamento humano ou até alguma coisa.

Por que estigmatizante? Porque esta palavra foi utilizada pejorativamente para destacar algo que, segundo entendimento de quem a pronunciou, é negativo, anormal, esquisito, omisso. Quiçá inadvertidamente, Emir Sader acabou prestando um gravíssimo desserviço às pessoas com autismo e à sociedade em geral. Toda uma mobilização local, nacional ou internacional – acionada por pessoas com autismo, seus familiares, especialistas e outros interessados, para combater o preconceito e a discriminação que ainda existem contra estas pessoas – foi prejudicada pela força do mau uso da palavra ‘autista’ e da ampla repercussão que o episódio mereceu na mídia. Em seguida, transcrevo, com negritos de minha responsabilidade, trechos de algumas das matérias sobre este assunto publicadas nos jornais Folha de S.Paulo e Correio do Brasil e na revista IstoÉ. A escolha destes veículos foi aleatória, ou seja, o assunto pode ter sido abordado em outros meios de comunicação também. “Para sociólogo, Ana de Hollanda é ‘meio autista’. Prestes a presidir a Fundação Casa de Rui Barbosa, o sociólogo Emir Sader causa polêmica ao incentivar debates sobre os anos Lula. Para ele, o corte do Orçamento estoura ‘na mão da (ministra) Ana (de Hollanda) porque ela fica quieta, é meio autista’.” [manchete para Ilustríssima, Folha de S.Paulo, 27/2/2011, p.1]. “O ministério passará pelo recém-anunciado corte de gastos federais: conforme diz Emir Sader, ‘tem o corte, o orçamento é menor, e tem dívidas. Desde março não se repassou nada aos Pontos de Cultura. Teve uma manifestação em Brasília. Está estourando na mão da (ministra) Ana (de Hollanda) porque ela fica quieta, é meio autista’.” [Marcelo Bortoloti e Paulo Werneck, “Um emirado para Emir: A Casa de Rui Barbosa em busca de transcendência”, Ilustríssima, Folha de S.Paulo, 27/2/2011, p. 5]. “Eu e você não dá mais, né?”. (…) “De acordo com fontes ouvidas pela Folha, tal frase teria selado o fim da relação entre a ministra Ana de Hollanda e o sociólogo Emir Sader.” (…) “A observação da ministra sucedeu a entrevista, publicada na Folha, na qual Sader, ao comentar cortes orçamentários, adjetivou a superior como ‘meio autista’.” [Ana Paula Sousa, “Direitos autorais e críticas de Sader a ministra abrem crise na Cultura”, Ilustrada, Folha de S.Paulo, 2/3/2011]. “Emir Sader cai após chamar de autista ministra da área cultural. Após ter chamado a ministra Ana de Hollanda (Cultura) de ‘meio autista’, o sociólogo Emir Sader não assumirá mais a presidência da Casa de Rui Barbosa.” [manchete para Ilustrada, Folha de S.Paulo, 3/3/2011, p. 1]. “Após chamar ministra Ana de Hollanda de ‘meio autista’, Sader abriu crise no governo; parte do PT o defendeu. O sociólogo, que deveria assumir nos próximos dias a presidência da Casa de Rui Barbosa, uma das sete autarquias diretamente ligadas ao Ministério da Cultura (MinC), virou assunto de governo após chamar a ministra Ana de Hollanda de autista. Em entrevista publicada pela Folha no último domingo, Sader acusou Hollanda de ‘não falar’ e de ser ‘meio autista’.” [Ana Paula de Souza, “Governo desiste de nomeação de Sader”, Ilustrada, Folha de S.Paulo, 3/3/2011]. “Sader teve a nomeação para a Casa de Rui Barbosa cancelada após chamar ministra da Cultura de ‘autista’. Sader teve a nomeação para a entidade cancelada depois de chamar a ministra da Cultura, Ana de Hollanda, de ‘meio autista’.” [Ana Paula Sousa e Marcelo Bortoloti, “Descartado por ministério, Sader trabalhará com Lula”, Folha de S.Paulo, 4/3/2011]. “O caso Emir Sader. (…) Após entrevista publicada pela Folha em que o sociólogo Emir Sader, que deveria assumir a Casa de Rui Barbosa, chamou Hollanda de ‘meio autista’, a ministra decidiu cancelar sua nomeação para o cargo.” [Ana Paula Sousa, “Frágil ministério”, Ilustrada, Folha de S.Paulo, 4/3/2011]. “Em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, Emir Sader fez críticas a cortes de custos aos programas do Ministério da Cultura (MinC) e informara que pretendia levar para debate assuntos sensíveis, como a questão dos direitos autorais. Além disso, Sader chamou Ana de Hollanda de ‘meio autista’, devido à suposta inércia diante da falta de repasse de verbas aos Pontos de Cultura: ‘Tem corte, o orçamento é menor, tem corte e tem dívidas. Desde março não se repassou nada aos Pontos de Cultura. Teve uma manifestação em Brasília. Está estourando na mão da Ana porque ela fica quieta, é meio autista’, declarou Sader.” [“Emir Sader não vai mais presidir Casa de Rui Barbosa”, Correio do Brasil, 4/3/2011]. “Sobre o episódio com Emir Sader, que em entrevista à Folha, a chamou de ‘meio autista’ e não foi mais confirmado à frente da Casa de Rui Barbosa, ela (Ana de Hollanda) diz: ‘Ele não merece, não vou falar disso’.” [Mônica Bergamo, “Ana: ‘Ele não merece”, Cotidiano, Folha de S.Paulo, 6/3/2011]. “(Ana) deu uma resposta curta e grossa: ‘Comunico que o senhor Emir Sader não será mais nomeado presidente da Fundação Casa de Rui Barbosa.’ (…). (Emir Sader) criticou a falta de repasses para programas do órgão: ‘Teve uma manifestação em Brasília. Está estourando na mão da Ana porque ela fica quieta, é meio autista’.” (…) “Chumbo grosso: Sader chamou Ana de Hollanda de autista. Ela o demitiu por meio de nota”. (…) “O Orçamento é menor e está estourando na mão da Ana porque ela fica quieta, é meio autista”. [Octávio Costa e Sérgio Pardellas, “Tiroteio cultural”, IstoÉ, ano 35, n. 2156, 9/3/2011, p.41]. Tão errado quanto Emir Sader foi o colunista Leonardo Attuch ao opinar que Emir Sader “poderia ser enquadrado na categoria” de autista e que Emir, por não perceber a nova realidade, dá sinal de ter autismo. Trecho do artigo intitulado “Autistas da cultura”: “O que é um autista? Uma pessoa incapaz de desenvolver relações sociais normais e que mergulha num universo próprio, tornando-se alheia à realidade externa. O sociólogo Emir Sader, que foi demitido antes mesmo de assumir a presidência da Fundação Casa de Rui Barbosa, uma autarquia ligada ao Ministério da Cultura, poderia ser enquadrado na categoria. Ainda enxerga o mundo pela lente marxista e aponta maquinações permanentes da direta contra si. Mas o que o derrubou não foi nenhuma trama ou conspiração. Apenas a língua solta. O sociólogo passou do ponto, ao chamar de ‘autista’ a ministra Ana de Hollanda, que seria sua superior imediata. No mundo de hoje, a palavra-chave é compartilhamento. (…) Fechar os olhos para essa nova realidade é também um sinal de autismo.” [Leonardo Attuch, IstoÉ, ano 35, n. 2156, 9/3/2011, p.47]. Como confirmam os trechos acima transcritos, Emir Sader deixou claro que, segundo o seu entendimento da palavra ‘autista’, Ana de Hollanda seria ‘meio autista’ porque ela ficou “quieta” diante do corte no Orçamento, assumiu uma “atitude de inércia” ante a falta de repasse de verbas. Porém, mesmo inconscientemente, Emir está ensinando à sociedade um conceito equivocado sobre o que é ‘ser um autista’, o que é ‘ser uma pessoa com autismo’. E eu pergunto: Até quando aceitaremos passivamente o uso estigmatizante, pejorativo, das palavras ‘autismo’ e ‘autista’? Já não estaria passando a hora de combatermos essa destruidora desinformação e esse tratamento equivocado, que tanto comprometem a qualidade de vida, e ofendem a dignidade, das pessoas com autismo? Afinal, nós já temos dois caminhos jurídicos para agir: o Decreto Legislativo 186, de 9/7/08, que ratificou a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (CDPD) com equivalência constitucional, e o Decreto 6.949, de 25/8/09, que promulgou a CDPD. Diz o Artigo 8 da CDPD: “(1) Os Estados Partes se comprometem a adotar medidas imediatas, efetivas e apropriadas para: (a) … ; (b) Combater estereótipos, preconceitos e práticas nocivas em relação a pessoas com deficiência, inclusive aqueles relacionados a sexo e idade, em todas as áreas de vida; (c) … (2) As medidas para esse fim incluem: (a) Lançar e dar continuidade a efetivas campanhas de conscientização públicas, destinadas a: (i) Favorecer atitude receptiva em relação aos direitos das pessoas com deficiência; (ii) Promover percepção positiva e maior consciência social em relação às pessoas com deficiência; (iii) …; (b) …; (c) Incentivar todos os órgãos da mídia a retratar as pessoas com deficiência de maneira compatível com o propósito da presente Convenção; (d) …”. A ONU, no Artigo 1 da CDPD, incluiu as pessoas com autismo ao acrescentar o termo deficiência psicossocial na lista das tradicionais categorias de deficiência, que antes eram a física, a intelectual, a visual, a auditiva (e, por tabela, a múltipla). Na deficiência psicossocial, entram todas as formas de sequela de transtorno mental, inclusive sequela de transtorno global do desenvolvimento (p.ex., espectro do autismo, síndrome de Asperger, síndrome de Rett, síndrome de Williams). A CDPD foi adotada pela Assembleia Geral da ONU através da Resolução A/61/106, de 13/12/06. No passado também Antes de todo este episódio estigmatizante, já havia aparecido na mídia outras matérias nas quais a palavra ‘autismo’ ou ‘autista’ foi utilizada para se referir pejorativamente a pessoas ou coisas. Transcrevo trechos de três delas. No ano 2000, sob o título ‘Autismo’, um editorial destaca a fala do então advogado-geral da União, Gilmar Mendes: “Os juízes estão anestesiados; o autismo é um mal complicado do Poder Judiciário.”. Mendes se referia a uma série de situações: “a politização da Justiça na análise das ações contrárias à venda do banco”, “Os juízes (…) vêm tomando decisões inspiradas em posições ideológicas”, “Os tribunais vêm acatando argumentos em torno de ‘picuinhas’ processuais”, “vícios formais de quinta ordem com o objetivo evidente de truncar o processo de privatização” etc. [Jornal da Tarde, 12/7/2000]. Em 2002, quando houve a polêmica sobre a derrubada do CPMF e a reforma tributária, o leitor João Diogenes Caldas Salviano, do Recife, enviou uma carta sob o título ‘Casa dos autistas’ [brincando com o nome do programa de TV “Casa dos Artistas”, famoso na época)]: (…) “Mas será que, nestes oito anos de tucanato com pefelistas e peemedebistas, não estaremos participando da ‘casa dos autistas’, dos que vivem dissociados da realidade social, retroalimentando apenas o ego e a vaidade sem limites racionais?!” [Fórum dos Leitores, O Estado de S.Paulo, 18/3/2002]. No ano 2005, o título “Governo e Congresso têm comportamento autista, afirma Lessa”, em letras garrafais, trouxe uma longa entrevista concedida por Renato Lessa, na época professor do Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (Iuperj). No início da matéria, o jornalista Rafael Cariello escreveu: “O cientista político Renato Lessa afirma que governo e Congresso agem de forma autista e predatória.”. Trechos de Renato Lessa: “Se essa agenda ficar por muito tempo confinada à relação entre esses dois atores [Governo e Congresso], a sociedade de alguma maneira vai tender a ultrapassar essa agenda. É difícil pensar a sustentabilidade indefinida de um padrão autista.” (…) “Há quem acredite que, para entender a política, é preciso entender a relação entre Executivo e Legislativo. É uma visão autista. Para quem pensa assim, o governo Goulart caiu porque perdeu a sustentação parlamentar, mas não leva em conta o que acontecia no ambiente social.” [Rafael Cariello, Folha de S.Paulo, 15/5/2005].

Uso correto da palavra ‘autista’ Em meio a tantos exemplos negativos sobre o tema ‘autismo’, houve uma voz solitária utilizando corretamente as palavras ‘autista’ e ‘autismo’ a fim de tomar uma posição favorável às pessoas com autismo e suas famílias. Foi a voz de Luiz Fernando Vianna ao escrever a breve crônica intitulada “O autismo e a política”. Por diversas vezes, Vianna utilizou a palavra “autistas”, que hoje preferimos substituir por ‘pessoas com autismo’. Mas, tudo bem, vale a posição que ele tomou. Vale a pena reproduzir essa crônica na íntegra: “RIO DE JANEIRO –

As traquinagens mensaleiras do PT devastaram restos de esperança que sobreviviam nessas terras. Para os pais de autistas, o bolo de lama ainda veio com uma desnecessária cereja: a transformação do diagnóstico de seus filhos em insulto político.” “Chamar Lula, o governo ou a equipe econômica de autista virou bordão na boca de colunistas de jornal (inclusive deste), empresários como Benjamin Steinbruch, políticos como Aécio Neves, Gustavo Krause e José Carlos Aleluia, intelectuais como Marilena Chauí, Renato Lessa e Luiz Carlos Mendonça de Barros, e políticos que já foram intelectuais como Fernando Henrique Cardoso.” “Nunca se ouviu desses seres públicos qualquer palavra no sentido de construir algo em prol dos autistas, embora a síndrome atinja uma em cada mil crianças nascidas no mundo – o desinteresse deles ajuda a entender por que jamais se fez um levantamento no Brasil. Mas, na hora de esbanjar ignorância e crueldade, eles não falharam.” “O estereótipo do autista como alguém ‘fechado em seu mundo’, base para os insultos, é falho, para não dizer falso. Autistas têm dificuldades de linguagem, interação e assimilação de convenções, mas podem, se amados e estimulados, ter vida social no ‘nosso’ mundo.” “Ao ajudar a estigmatizar a palavra ‘autista’, pondo-a no mesmo rol de outras expressões pejorativas, esses seres públicos reduzem a chance dos autistas de também serem públicos. Chatice politicamente correta? Só pensa assim quem não conhece o assunto.” “Por causa de suas limitações, autistas não são hábeis para mentir, para enganar, para falar palavras em que não acreditam. Como diz o pai de um deles, um autista pode ser tudo, mas jamais será um canalha. Já os políticos…” [Luiz Fernando Vianna, Folha de S.Paulo, 8/7/2006].

De Romeu Kazumi Sassaki

Fonte: www.inclusive.org.br

As pessoas interessadas em obter este texto na integra poderão solicitá-lo pelo autor por email:

romeukf@uol.com.br.

Compartilhe
  • Add to favorites
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • Google Buzz
  • Live
  • MSN Reporter
  • MySpace
  • Orkut

Pensamentos – Dalai Lama – Reflita

13 Abril 2011  amacppkasulo, Sem Comentários

Se você quer transformar o mundo, experimente primeiro promover o seu aperfeiçoamento pessoal e realizar inovações no seu próprio interior. Estas atitudes se refletirão em mudanças positivas no seu ambiente familiar. Deste ponto em diante, as mudanças se expandirão em proporções cada vez maiores. Tudo o que fazemos produz efeito, causa algum impacto.

Se existe amor, há também esperança de existirem verdadeiras famílias, verdadeira fraternidade, verdadeira igualdade e verdadeira paz. Se não há mais amor dentro de você, se você continua a ver os outros como inimigos, não importa o conhecimento ou o nível de instrução que você tenha, não importa o progresso material que alcance, só haverá sofrimento e confusão no cômputo final. O homem vai continuar enganando e subjugando outros homens, mas insultar ou maltratar os outros é algo sem propósito. O fundamento de toda prática espiritual é o amor. Que você o pratique bem é meu único pedido.

Compartilhe
  • Add to favorites
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • Google Buzz
  • Live
  • MSN Reporter
  • MySpace
  • Orkut